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Evite mansões abandonadas com pouca iluminação

Antes que digam qualquer coisa, esse não é o primeiro filme em que Daniel Radcliffe atua fora da franquia “Harry Potter”. Em 2007 o ator foi protagonista de dois filmes, o drama “Um Verão para Toda Vida” e o biográfico de guerra “My Boy Jack”. A diferença agora é a exigência de maturidade do personagem e a seriedade que o gênero exige nas atuações, nesse ponto tudo está bem.

Como em todo filme de terror americano, o som é o ápice dos momentos de susto, com “A Mulher de Preto” não é diferente (experimente tapar os ouvidos e se surpreenda). É impossível não assumir que o filme é aterrorizante, porque ele é. O roteiro é amedrontador e os momentos de sustos conseguem tirar pequenos gritos da platéia. A atuação de Radcliffe é boa, nada digna de Oscar, mas aceitável.

O problema quase sempre é o mesmo: Como vai terminar? “A Mulher de Preto”, infelizmente, não é uma exceção. O filme caminha super bem até os 10 minutos finais, depois disso é possível encontrar opiniões divergentes de críticos do mundo inteiro sobre a maneira como a trama é finalizada pelo roteiro.

A curiosidade do filme é que essa não é a primeira adaptação do livro “A Mulher de Preto” de 1983. O primeiro foi lançado em 1989, mas não fez muito sucesso. Dessa nova versão uma coisa é certa: Os amantes do terror não vão se chatear. Boa diversão!

Por Paulo Egydio
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